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Implantes de Silicone é uma sátira social escrita num estilo divertido. Lizzie é uma mulher que pensa ter uma vida perfeita! Subitamente fica desempregada. Como se isso não bastasse descobre que o marido apaixonou-se perdidamente por uma actriz de segunda categoria que só pensa em manter a perfeição do seu corpo. Face a estas situações acende-se uma luz na cabeça dela... vai fazer quarenta anos! Lizzie sempre tinha acreditado que mais importante que a beleza e as curvilíneas formas, era a inteligência... mas será que não era melhor ir à faca e fazer umas remodelações, afinal aquele número odioso estava-se a instalar..?! Mas será que quer um marido que só se preocupe com o tamanho dos implantes??!..

  

Em A Caminho das Trevas, Dennis Lehane dá ao leitor um verdadeiro panorama do subúrbio de Boston, Dorchester, cenário de Um Copo Antes da Guerra, o seu anterior livro. Dorchester, um sólido bairro operário onde não faltam bares sórdidos para beber uma cerveja, é manchado por uma série de crimes estranhamente semelhantes a outros ocorridos vinte anos antes e pelos quais um psicopata, filho de um polícia local, cumpre pena numa prisão de alta segurança. O detective Patrick Kenzie, que nasceu e cresceu no bairro, torna-se o herói improvável desta história ao decidir, não obstante as sérias ameaças que recebe, investigar os assassínios.

 

Guia das Boas Maneiras trata das regras e boa educação, indispensáveis para quem quer manter uma postura correcta na sociedade actual.

 

Pedro Strecht tem vindo a afirmar-se como um dos nomes incontornáveis na área da psiquiatria da infância e da juventude no nosso país, seja através do seu trabalho clínico, ou da sua participação em variadas comissões, supervisionando ou dirigindo equipas de apoio a crianças e jovens. Ou ainda através da publicação de livros nesta área e da sua colaboração em revistas ou jornais. A delinquência juvenil é uma questão premente e fulcral nos dias de hoje. Mas ela não surgiu assim, subitamente, do nada. Neste seu novo livro, “À Margem do Amor - Notas sobre Delinquência Juvenil”, Pedro Strecht analisa a origem do problema, fala-nos da importância da prevenção, de como se pode intervir, do problema do abuso sexual (que, por coincidência, os últimos tempos atiraram para as primeiras páginas dos jornais), etc.. Porque todos nós vemos, sentimos, somos parte deste problema, devemos saber encará-lo, percebê-lo, ajudarmos a ultrapassá-lo.

 

A Idade Imperial: «Do 11 de Setembro e seus reflexos, das novas linhas de força que dominam, actualmente, as relações estratégicas internacionais ( com os diversos terrorismos, mesmo os de Estado, e a estratégia americana), passando pelas questões da Coreia do Norte e todo o desenrolar da questão com o Iraque - um magnífico fresco do tabuleiro geoestratégico mundial.»

 

A presente dissecação que Chomsky faz do terror analisa o papel dos EUA no Médio Oriente e revela como os órgãos de comunicação social estão habituados a manipular a opinião pública acerca do que se considera como "terrorismo". Abarcando o período que vai desde os tempos da administração Regan, com a situação do Irão e o bombardeamento da Líbia, até à actual administração Bush, e à segunda Intifada - ou Guerra das Pedras - que começou em Outubro de 2000, este é também um relato detalhado do impacto que o 11 de Setembro de 2001 teve na política externa norte-americana para o Médio Oriente e uma desconstrução das descrições e percepções sobre o terrorismo desde essa data.

 

Um dos mais controversos pensadores do século XX, Carl Schmitt, dizia que a noção de político se consubstancia na distinção entre amigo e inimigo. O adversário político é, obviamente, o «inimigo público», e não o mero opositor individual. Trata-se, no fundo, daquele que declara ser hostil a toda a comunidade, ou que é assim tido por ela. A ascensão de Usama bin Laden às primeiras páginas da política internacional, e até interna, actualiza esta discussão, bem como uma outra: novamente segundo Schmitt, um risco mortal das novas batalhas ideológicas e morais é o da criminalização do inimigo, e ainda o da transformação do conflito em guerra total, sem regras nem fronteiras, onde tudo é permitido. De outra maneira, «entrar em guerra» contra o terrorismo, em sentido próprio, significa, não tratá-lo como caso de polícia, mas reconhecê-lo como adversário, também com todos os riscos inerentes.

 

A América foi sempre olhada com um misto de inveja e de desprezo por todos os países do mundo, em particular pelos países europeus. E ainda mais desde que, já no século XX, se transformou na única superpotência do planeta, após o descalabro do império comunista. No contexto deste antiamericanismo geral, o que é que se alicerça no conhecimento da realidade, na análise dos factos, e o que é que se explica através da sobrevivência de ideologias fossilizadas, de ressentimentos irracionais, geradoras de informações deturpadas e de fobias que decorrem dos fracassos desses mesmos países que criticam sem cessar os Estados Unidos, atribuindo-lhes frequentemente defeitos apenas imaginários? (...)

 

Numa altura de regresso das discussões sobre a defesa nacional, o papel da instituição militar, o regime de prestação de serviço, o reequipamento e a definição de missões, este livro procura criar uma base enciclopédica para enquadrar o debate. Do conteúdo fazem parte: a história das Forças Armadas portuguesas nos últimos 17 anos, na sua relação, tantas vezes turbulenta, com o Ministério da tutela e o poder político; o comentário detalhado sobre as bases do novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional; o ensaio crítico sobre a defesa da CPLP e da União Europeia; a consideração dos conflitos não convencionais, da guerrilha ao terrorismo, com especial relevo para as consequências do 11 de Setembro; e tantos outros tópicos candentes, ao longo de mais de mil páginas de texto lapidar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 
 
 
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